27 dezembro 2011

Metaltex apresenta conversores e amplificadores

A Metaltex divulgou os seus conversores e amplificadores disponíveis. Para as várias áreas de aplicação dos conversores temos: instrumentação industrial, instrumentação para a indústria de energia, equipamentos médicos, sensores e transdutores, eletrônica embarcada, equipamentos portáteis, equipamentos de comunicação e internet, iluminação, conversores de frequência, barreiras de segurança, etc.

Conversores AC-DC e DC-DC da Metaltex

Disponíveis em uma ampla gama de modelos, com opções de encapsulamento SIP/DIP/SMT, incluindo versões com pinagens padronizadas. Todos os produtos atendem à diretiva RoHS (testados pela SGS). Um grande número de conversores AC-DC & DC-DC são certificados UL/CE. Linhas e modelos específicos com certificação EN60601-1 (requisitos gerais de segurança em equipamentos médicos). Características (dependendo da linha/modelo): Faixa de potência de saída: 1 a 40W Alimentação: valores fixos ou em faixas larga (2:1) e ultra-larga (4:1) Isolação entre entrada e saída: desde não-isolados até com isolação de 6KV (para a linha YA – 12KV !) Proteções: contra sobrecarga e curto-circuito. Áreas de aplicação dos conversores: instrumentação industrial, instrumentação para a indústria de energia, equipamentos médicos, sensores e transdutores, eletrônica embarcada, equipamentos portáteis, equipamentos de comunicação e internet, iluminação, conversores de frequência, barreiras de segurança, etc.
  
Amplificadores - Amplificadores isolados

Os amplificadores isolados permitem desde uma simples amplificação de um sinal, até a conversão de sinais entre unidades de tensão e corrente. As características comuns a todos os modelos são: Isolação galvânica [por meio eletromagnético] entre os sinais de entrada e saída (E/S). Alta precisão e linearidade (0,1% do fundo de escala). Encapsulamento DIP16 / SMD16 / SIP12 / DIP24 / SOIC24 (conforme modelo). Amplificadores passivos de sinal. Não requerem alimentação. Entrada de 4~20mA Saída de 4~20mA. Isolação de 3KV entre E/S. Amplificadores de sinal para nível de mV. Alimentados em 24VCC. Entrada de 0~24 / 0~75 / 0~100mV Saída de 0~5V. Isolação de 2,5KV entre as 3 portas: entrada, saída e alimentação. Amplificadores ativos de sinal para conversão entre unidades. Modelos com alimentação em 12 ou 24VCC. Entrada de 0~20mA / 4~20mA / 0~5V / 0~10V. Saída de 0~20mA / 4~20mA / 0~5V / 0~10V. Opção de saída de alimentação auxiliar isolada, em 12 ou 24VCC, com capacidade de até 25mA, para alimentação de sensores Isolação de 2,5KV entre as 3 (ou 4) portas - entrada, saída, alimentação (e saída de alimentação auxiliar, se incorporada).


Fundada em 1958, a empresa foi pioneira na fabricação de relés no Brasil e sua história se alinha com o desenvolvimento industrial do país.
No início, a linha era composta basicamente por relés e capacitores variáveis. Com o passar do tempo muitos outros produtos passaram a ser produzidos na fábrica de São Paulo. Em 1991, a empresa aproveitou sua estrutura física, solidez de mercado e capacidade de distribuição, para também ingressar no mercado de Automação Industrial. Além da fabricação de uma linha própria, a Metaltex complementou sua gama de produtos através da representação e distribuição de reconhecidas marcas internacionais, como Panasonic e Sunx (Matsushita Group), Gave, Delta, Anderson Power, MEC, OKI entre outras.
A Metaltex se orgulha em poder fornecer soluções completas tanto em componentes eletro-mecânicos como em automação industrial, sempre alinhadas com as mais recentes tecnologias e certificação ISO9001: 2008, mantendo o trinômio: preços competitivos, qualidade assegurada e serviço diferenciado.
Hoje, a Metaltex é uma empresa global. Além de sua matriz e parques fabris em São Paulo, Taiwan e China, conta com 9 filiais em regiões estratégicas no Brasil e distribuidores espalhados por todo o território nacional, América do Sul e Central, Europa, América do Norte e Ásia.

28 novembro 2011

É necessário desfragmentar o computador nos dias de hoje?

Com a evolução da tecnologia, alguns hábitos antigos podem ser deixados de lado. Será?
Quando um computador começa a ficar lento ou  a apresentar problemas na abertura dos arquivos, a primeira coisa que passa pela cabeça de muitos usuários é que está na hora de desfragmentar o disco rígido. Essa tarefa tornou-se tão comum que praticamente qualquer dono de PC conhece termos como “disco fragmentado” e sabe exatamente o que significa.

De fato, desfragmentar o disco é uma atividade bastante antiga e muito necessária nos computadores. Porém, com toda essa evolução na tecnologia dos HDs e dos próprios sistemas operacionais, ainda é preciso organizar os dispositivos manualmente, como era feito quando as máquinas começaram a ficar mais populares?

A resposta curta a essa pergunta é: não, você não precisa mais desfragmentar o disco rígido manualmente, desde que esteja usando HDs mais modernos e um dos últimos sistemas operacionais lançados no mercado. Por que dessas condições?

Mais moderno = tecnologia melhor

Os HDs evoluíram muito com o passar dos anos, e não apenas no que diz respeito à capacidade de armazenamento. A parte mecânica dos discos melhorou de forma monstruosa se comparar o hardware atual com os gigantes “big foot”, usados em meados da década de 90. O mesmo pode ser dito dos sistemas operacionais.
Falando especificamente do Windows, as versões novas do SO têm a capacidade de acessar os arquivos de forma muito mais rápida, mas exigindo bem menos esforço do braço de leitura presente nos HDs. Isso porque a forma com a qual o sistema armazena os dados é diferente daquela presente nas edições anteriores ao Vista.







Windows 7 e SSD, uma combinação poderosa

As máquinas com os Discos de Estado Sólido (SSD, do inglês) estão cada vez mais comuns no mercado. Como utiliza uma tecnologia diferente dos HD comuns (memória flash no lugar de discos magnéticos), esse tipo de dispositivo não precisa ser desfragmentado nunca. Eles trabalham de maneira excepcional com operações de acesso aleatório, e a organização dos dados não é realmente útil para os SSDs.

Os sistemas operacionais precisaram se adaptar a essa nova tecnologia. No caso do Windows 7, o SO é esperto o suficiente para desabilitar automaticamente a desfragmentação automática quando identifica que discos e partições SSDs.


No caso do Windows Vista, é bom verificar se a funcionalidade de organização automática do disco foi desligada pelo sistema, pois quando no lançamento do SO, o recurso de reconhecimento de SSDs ainda estava em desenvolvimento. Usuários do Windows XP não precisam se preocupar com a ferramenta de desfragmentação automática, pois o SO não a possui. Basta ter o cuidado de não executar a opção manualmente.


Windows 7 e Vista em HDs comuns

Como citado anteriormente, as novas versões do Windows têm recursos mais inteligentes, que fazem com que o sistema armazene os dados de forma mais organizada. Mesmo assim, ainda é preciso desfragmentar o disco rígido de tempos em tempos.
A diferença é que no caso dos Windows 7 e Vista, a desfragmentação é feita automaticamente. Por padrão, a atividade é agendada para as quartas-feiras, à 1 hora da manhã, mas você pode configurar para qualquer dia da semana e horário.

Obviamente, para que a tarefa seja executada toda semana, é preciso que a máquina esteja ligada no horário agendado. Você pode verificar quando foi a última vez que a desfragmentação rodou por completo acessando a tela do “Desfragmentador de disco”. Outras informações, como o nível de “bagunça” do disco, também podem ser conferidos na? janela da ferramenta.

Um tutorial completo ensinando a programar o Windows 7 pode ser visto em “Dicas do Windows 7: desfragmentação de discos automática”.


E para o Windows XP?

Um dos mais aclamados sistemas operacionais da Microsoft, o Windows XP infelizmente não possui desfragmentação automática dos discos rígidos. Isso não é exatamente uma surpresa, já que boa parte dos SOs com mais de seis anos de mercado não possui essa funcionalidade também (o XP foi lançado há mais de 10 anos).

Além de executar o recurso do sistema manualmente, existem algumas ferramentas que podem ajudar na execução automática do desfragmentador, como o Defrag Timer ou o Task Till Dawn. O tutorial “Como agendar tarefas de manutenção para limpar o computador automaticamente” também pode ser muito útil.

Aplicativos externos

Além da funcionalidade do próprio sistema operacional, existem diversos aplicativo externos que oferecem o recurso de desfragmentação não só para o disco como para o registro também.
Embora haja uma discussão bem grande a respeito da superioridade que os programas externos têm em relação aos recursos nativos, é certo que os aplicativos são ao menos equivalentes às ferramentas dos SOs quando o assunto é a eficiência da desfragmentação. Dessa forma, não há mal algum em usar outros softwares para executar essa atividade. É tudo uma questão de adaptação do usuário.
Algumas boas opções de software são o PerfectDisk Professional, Auslogics Disk Defrag, JkDefrag GUI e SmartDefrag. A melhor maneira de descobrir qual é o melhor para o seu perfil de usuário é testando alguns deles.



EPIS PARA ELETRICISTA – UMA NECESSIDADE ACIMA DA NORMA

Com a chegada da nova NR10, foi uma corrida geral atrás de treinamentos, Equipamentos de Proteção Individual e ferramentas que atendessem às exigências da norma. É bem verdade que isso trouxe muitos benefícios para os profissionais da área, mas também é verdade que trouxe muito custo para as empresas. 

Comparando o custo de um uniforme normal x o uniforme (EPI) do eletricista, a diferença é considerável. Mas e o custo-beneficio? Se levarmos em conta que o custo de um acidente com lesão é altíssimo em todos os aspectos, então os EPIs para o eletricista são até baratos.

Analisemos dois cases reais de acidente envolvendo energia elétrica:
O primeiro acidente ocorreu antes da nova NR10 e o outro depois da entrada em vigor da nova NR.


Caso 1
Dois eletricistas estavam manobrando um disjuntor de alimentação de baixa tensão quando foram atingidos por arco-valtaico.
Resultado:
Queimadura de 2º grau em 50% do corpo dos dois eletricistas.
Perda material.

Caso 2 
Dois eletricistas estavam manobrando um disjuntor de alimentação de baixa tensão quanto foram atingidos por arco-voltaico.
Resultado:
Perda material.

Portanto, fornecer os EPIs adequados aos funcionários pode até parecer um gasto desnecessário, mas depois de passar por situações como as citadas acima é que se dá o verdadeiro valor aos equipamentos de segurança. Se fôssemos comparar o custo dos dois acidentes, com certeza o dinheiro gasto com o primeiro case daria para comprar muitos EPIs.
Não vale a pena economizar quando se trata de Segurança do Trabalho e Saúde Ocupacional. 

Portas abertas para a pirataria: sistema de proteção do Blu-ray foi quebrado

Tecnologia inventada pela Intel para que conteúdos originais não sejam copiados foi burlada por meio de uma placa que custou R$ 480 para ser confeccionada.



O HDCP é uma tecnologia desenvolvida pela Intel para que conteúdos protegidos por leis de direitos autorais não sejam transferidos pelas saídas de áudio e vídeo. Em outras palavras, é um mecanismo para evitar a pirataria.

Esse recurso de proteção era o grande trunfo da empresa para que os discos de Blu-ray fossem invioláveis. Contudo, segundo uma publicação do site The H Security, essa barreira conseguiu ser burlada por cientistas da computação de um grupo de pesquisa em segurança de hardware da Universidade de Ruhr, na Alemanha.
Contrariando outras tentativas que usaram chips complexos e caros, o professor Tim Güneysu e o pós-doutorando Benno Lomb construíram uma placa com componentes relativamente baratos – a qual custou aproximadamente US$ 265 para ser confeccionada.